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segunda-feira, 14 de outubro de 2019

O peso de uma pena


Quando todo se torna complicado e difícil, se faz necessário parar, analisar o porquê de tudo e começar a olhar de forma diferente dando atenção ao que realmente importa e que tem por motivos óbvios e circunstâncias complexas a vida em primeiro ponto de avaliação, por ser necessário.
Temos inúmeras situações no decorrer dos dias e dentre elas, decisões, conselhos, descrições para relatar alguns pontos dos quais muitas vezes não são nosso real interesse, ou melhor, não são de nossa responsabilidade, porém na sociedade de hoje as responsabilidades são distribuídas e divididas para pessoas que não são suas verdadeiras donas e acabam se tornando, por mero deleite de outras, por mero capricho no qual aquele que se torna responsável assume pesos e medidas por conta de auxiliar alguém e toma para si um novo problema, sendo terceirizado pelo real proprietário.
Somos todos livres para escolher o que queremos e independente do que os outros pensam e resolvem aconselhar, acredito que todos têm plena capacidade de decidir o que quer para si próprio, o que vai resolver querer, sem prazos ou sem hora certa para resolver, o que for confortável e de importância elevada para si.
Somos todos livres e assim devemos nos sentir sem pressões de outros que se acham donos ou que devem ser donos das vontades dos outros, ou que por algum capricho são melhores e de opiniões formadas sobre todos que por terem ideia de saber sobre tudo se tornam indiferentes e melhores que qualquer um outro.
Represento um valor equilibrado e continuo no qual temos todos a somatória de desejos, necessidades e suficiência.
Cada qual que deseja algo para si e busca de forma gradativa siga nos seus termos e com suas responsabilidades sem comprometer sua própria integridade ou a de qualquer outro sendo digno dos seus atos e comprometido com suas responsabilidades, afim de que o básico para si esteja dentro do seu sentimento e que isso te faça bem sendo um bem para todos os que te cercam e convivem com sua família, trabalho e amigos.

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Num piscar de olhos...


A vida tem passado tão rápido, o mundo tem girado a uma velocidade que nem nos damos ao luxo de deixar um minuto passar sem fazer algo, simplesmente deixar passar sabe, largar o que seja para fazer e esperar este minuto escorrer como se não tivéssemos todo este desespero que temos hoje de fazer tudo, um pouco e algo mais.

O que é esta ansiedade que está corroendo a sociedade, que está destruindo a sensibilidade de todos, será que isso que temos hoje é o que sempre esperamos ter, será que essa loucura desenfreada que temos de fazer, de falar, de tentar, de ser para todos, de querer estar em todos os lugares e ao final de tudo nos deixamos esquecer que a nossa família os nossos amigos e todos aqueles que tínhamos já se foram e que a nossa vida já havia a muito tempo deixado de ser feliz, determinada, amparada e alegrada pelos mesmo amigos e familiares que hoje temos em uma rede social ou em algum grupo feito em aplicativo de mensagens.

Quem deixamos de ser? Ou melhor, quem nos tornamos por fazer?


Deixamos de ser humanos e nos tornamos membros de redes, membros esses que vivem dentro de uma caixa e que se dedicam a este mundo absurdo, porém criativo que conecta a milhares de pessoas globalmente em tempo real e são e estão o tempo todo interligados a isso.

Nos tornamos formadores de grupos, religiões, políticos de nós mesmos, infratores dos seres humanos, ditadores de opiniões adversas, entre outras coisas, o mundo já não é mais o mundo se não uma figura fixada dentro desta caixa alucinante que a cada instante convoca e chama atenção de todos a se comunicarem, por voz, mensagem de texto ou o que quer que seja postado dentro desse universo da caixa ou a rede.

Nos tornamos escravos do tempo, e o tempo nos aprisionou neste universo paralelo que entretém, que diverte, emociona, mas que é apenas um universo ditador de imagens que nos põem a extremidade da qual não somos livres para ser o que queremos ser, somos apenas a imagem que todos desejam ou aquilo que é usual dentro de uma realidade virtual, discreta e sem noção da necessidade do que simplesmente nos é suficiente.